sexta-feira, 18 de março de 2011


Conde Von Noble é contratado para lançamento de 
Bob's em Rondônia

O Conde é o atual relações públicas da marca no seu processo de expansão pelo interior do estado.

Da assessoria, em Cacoal.


A segunda maior rede de fast food do Brasil e uma das maiores da América Latina, o Bob´s, foi à primeira rede a se instalar em Rondônia, graças ao olhar empreendedor e ousado do empresário Paulo Luiz Ribeiro dos Santos. Com o objetivo de consolidar ainda mais a marca no mercado de fast food, a franquia regional iniciou seu processo de expansão no estado.

Encarregado de lançar a marca Bob´s na cidade de Ji-Paraná, O Conde Fernando Alvez Von Noble organiza um evento fechado para convidados no dia 1 de abril desse ano.

“Trata-se de um marco histórico para a cidade e a região. Um rede desse porte se trazendo sua marca, coloca nossa cidade no mapa e melhora a auto estima da população, trazendo desenvolvimento. O atendimento diário e 24 horas nos finais de semana ainda serão um diferencial nunca vistos na região, criando novos comportamentos.” Declarou o Conde.

Com o tema: “Não é pegadinha de 1º de abril, chegou o Bob´s em Ji-paraná”, utiliza-se de modo irreverente a cultura popular do Dia da Mentira.

No sábado seguinte, dia 02, a loja estará aberta ao público em geral e pit-stop serão realizados para informar e entreter. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011


O ano é 2010.

Os seres humanos enfrentam uma guerra química.

Um produto desenvolvido, tem por objetivo o de transformar os seres humanos em zumbis.



Em sua primeira utilização, atinge o sistema nervoso central em dez segundos e você se torna dependente, sendo sua degradação e transformação imediata.

Milhares são vistos vagando pela noite, em busca de satisfazer a necessidade desse produto.

Se eu lesse isso há alguns anos, com certeza acreditaria que se tratava de mais um roteiro apocalíptico hollywoodiano ou mais uma profecia bíblica para o fim dos tempos.


Infelizmente isso acontece hoje. Bastam algumas voltas noturnas para você mesmo comprovar. São seres que vagam com olhos distantes e fixos, ar sorrateiro e desconfiado, aparência desleixada e em total degradação.


Seres vagando pela noite em busca de drogas, mais precisamente do crack.

Como é, no mínimo admirável, o poder destruição dessa substância, que a cada dia transforma seres humanos em verdadeiros zumbis. Que o diga os familiares, que na maioria das vezes correm risco de vida ao conviverem com seres que há muito deixaram de serem humanos.

Perde-se tudo aquilo que definimos como humano. O valor da família, o auto respeito, a esperança, o amor.

Para eles, tudo esta a "venda". Sua força, seu corpo, sua alma. O preço muitas vezes se resumi a mais uma "dose".


Julgamentos morais, religiosos e sociais a parte; não se trata de dizer que esses serem não merecem ajuda ou respeito. Pelo contrário, infelizmente é pela falta de ações mais eficazes que chegamos onde estamos.


Crack é uma droga feita a partir da mistura de pasta de cocaína com bicarbonato de sódio geralmente fumada. É uma forma impura de cocaína e não um sub-produto. O nome deriva do verbo "to crack", que, em inglês, significa quebrar, devido aos pequenos estalidos produzidos pelos cristais (as pedras) ao serem queimados, como se quebrassem.

Com efeito de euforia mais forte do que o da cocaína, após o que produz muita depressão, o que leva o usuário a usar novamente para compensar o mal-estar, provocando intensa dependência. Não raro, o usuário tem alucinações, paranóia (ilusões de perseguição).



Precisamos nos informar e repassar adiante os malefícios dessa droga e criar soluções de proteção aos nossos jovens e amigos. Temos o compromisso moral de lutar contra as drogas, senão, de uma forma ou de outra, todos sucumbiremos ao seu mal.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010







O ser humano é um vírus. Reproduz-se indiscriminadamente. Consome todos os recursos naturais a sua volta. Possui uma adaptação invejável. Vive uma vida inteira de busca, sendo que muitas vezes nunca chega a alcançar, mas tem por hábito passar por cima de todos para conquistar seus objetivos.

Essa busca moderna está cada vez mais equivocada num ambiente externo, relacionado à fama, beleza, juventude, dinheiro, mas que reflete sempre um vazio interior, que almeja e grita faminto por  afeição, compaixão, misericórdia, paixão, satisfação, conquista, desejo, libido.



O desejo de contato físico é tão grande, que travamos guerras imbecis, conflitos, discussões, tudo pra justificar o contato, antes um tapa, pra demonstrar força do que dar as mãos e sinalizar de fraqueza.


Hipócrita, medíocre, violento, leviano, cruel. Dos níveis mais baixos, que "não fazem mal a ninguém", até verdadeiros psicopatas no poder e causando danos irreversíveis, o ser humano é um paradoxo entre o bem e o mal.

Fazer o mal é normal, comum, afinal, conhecer alguém gentil, educado, honesto, acaba por se tornar um momento único, tamanha a falta dessas características nos dias de hoje.

Inserido num ecossistema com perfeição invejável, este vírus consegue desestruturar tudo, trazendo pra si próprio todo o malefício inerente da irresponsabilidade de quem costuma “brincar de Deus”. Seu próprio organismo é uma máquina perfeita, mas que ele próprio consegue a envenenar. Criamos tantos mecanismos de defesa que eles próprios se transformam num câncer oculto, nos trazendo dor.


Somos todos ignorantes diante do valor da vida de todos e de tudo. Somos prepotentes. Hoje o status quo é o de ser superior ao de qualquer sentimento. Sentir é demonstração de fraqueza, de inferioridade. Até deturpar belos conceitos como a Inteligência Emocional este ser "desumano" consegue.

"O valor no século XXI é monetário e a crise é psicológica. Uma guerra constante entre o que queremos, o que devemos e o que podemos."


Cada vez menos damos valor a coisas que cada vez mais nos faz falta. O amor foi banalizado, o sexo subjugado, a felicidade foi corrompida, a tristeza foi reverenciada. Não existe a vergonha. Vergonha por se ganhar dinheiro as custas da miséria alheia, vergonha por se manter miserável para enriquecer o outro, vergonha por fazer parte desse sistema obscuro, discriminatório e banal. O mundo vive a experiência ímpar de deixar tudo como está pra ver como é que fica.

Vivemos na contra mão de nossos próprios interesses. Estamos, a cada dia que passa mais conectado e paralelamente, mais distante. Nunca foi tão fácil entrar em contato, mas nunca antes foi tão difícil, manter esse contato.



Julgamos uns aos outros. Todos sofremos a dor do julgamento e passamos essa a diante, como se a desgraça alheia aliviasse a nossa própria vida já tão amargurada também.

Os vínculos são superficiais, porque ninguém está realmente interessado em saber mais do outro, afinal, estão todos ocupados demais, correndo atrás da "vida", uma vida inteira de busca, a busca por algo que para termos, temos que dar e que para recebermos, temos que aprender a valorizar.

domingo, 15 de agosto de 2010




Não sei quanto a vocês, mas os jingles políticos me inspiram demais.

Sinto uma enorme vontade de sublimar e abstrair minha existência, e partir, dessa pra melhor. A inspiração é tamanha, que quase consigo sentir minha cabeça entrando em choque com a parede, e a dor latente nos ouvidos, causados por essas "melodias", cessando de vez.

Acredito que se fossem realizadas pesquisas fazendo um parâmetro entre o suicídio e as eleições, os índices devem aumentar consideravelmente nessa época de eleições.



Somos bombardeados por músicas (se é que se pode chamar esses jingles políticos de músicas) de todo tipo de político, daquele que quer voltar e daquele que quer entrar, sempre na tentativa ambígua de lavagem cerebral do eleitor, usando estratégias primitivas pra que todos "gravem" seus números, afinal, é a própria mega sena, só que aqui a sorte é a de ser escolhido, não para representar, mas para usufruir de uma vida mansa e nababesca, típica da política brasileira.

Lady Gaga, Luan Santana, até funk carioca tem suas letras (diga-se de passagem, já belíssimas composições) alteradas pra dar lugar a termos totalmente opostos ao de um político brasileiro, como "do povo e para o povo", "respeito", "honestidade" e até "trabalhismo".

As rimas são odiosas, " Ha ha eu vou votar, Ha ha eu vou voootaaar", "123, vote outra vez, 456 você sabe que ele fez". O adjetivos são sempre os melhores: corajoso, honesto, amigo, fiel. É incrível, uma lambança generalizada de canalhice pública e aprovada pela massa. Aquele político que todo mundo sabe que não presta, caçado, que fez fortuna em cima dos cofres públicos, posando de herói e recebendo aplausos. Outros tentam a todo custo enfiar guela a baixo o seu avatar, um político sem expressão nenhuma mas que será a sua marionete no próximo mandato, já que ainda não se pode-se acumular 3 mandatos.

Infelizmente essa impunidade generalizada parece ter conexão com o momento pelo qual passa o país. A economia não foi para o buraco. Milhões de brasileiros recebem o Bolsa Família. A sensação de bem-estar produzida leva os cidadãos a pensar mais no próximo crediário nas Casas Bahia e menos em protestar contra a canalhice na política.



Mas é isso ai, acredito que qualquer lugar com mais de 3 políticos reunidos, além de formação de quadrilha, se gradear vira zoológico, se murar vira presídio, se cobrir com lona vira circo, se botar lanterna vermelha vira puteiro e se der a descarga não sobra ninguém.

Pudera mesmo, num país miserável, não é surpresa a barriga vir na frente da ética e da moral quando se trata de escolher entre ganhar a vida e preocupar-se com políticos indecentes.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Segundo Freud, a projeção é um mecanismo de defesa psicológico em que determinada pessoa "projeta" seus próprios pensamentos, motivações, desejos e sentimentos indesejáveis numa ou mais pessoas. Ocorre quando os sentimentos ameaçados ou inaceitáveis de determinada pessoa são reprimidos e, então, projetados em alguém.

Acredito que na sociedade atual, este seja um dos seus maiores paradoxos. A projeção causa os mais destruidores e devastadores. É a partir disso que julgamos e condenamos pessoas por ver nelas justamente aquilo que mais rejeitamos em nós mesmos.

A projeção psicológica reduz a ansiedade por permitir a expressão de impulsos inconscientes, indesejados ou não, fazendo com que a mente consciente não os reconheça. Um exemplo de tal comportamento pode ser o de culpar determinado indivíduo por um fracasso próprio. Em tal caso, a mente evita o desconforto da admissão consciente da falta cometida, mantém os sentimentos no inconsciente e projeta, assim, as falhas em outra(s) pessoa(s).

Não devemos nunca ter a pretensão de sermos perfeitos, mas costumamos ter uma elevada arrogância ao ver o outro. Por mais distinto, diferente ou provocativo que o outro possa nos parecer, ele também busca viver melhor, aprender mais, e muita vezes só precisa de uma ajuda real pra isso.

Julgar nunca será o caminho. Ricos, pobres, brancos, afro-descendentes, empresários, funcionários, todos julgam e são julgados. Isso só acarreta desarmonia e compromete gravemente a tênue linha social de boa convivência entre os seres.

Para entender o processo, podemos considerar uma pessoa que tem pensamentos de infidelidade durante um relacionamento. Em vez de lidar com tais pensamentos indesejáveis de forma consciente, o indivíduo projeta subconscientemente esses sentimentos no parceiro, e começa a acreditar que o outro é que tem pensamentos de infidelidade ou, até mesmo, que ele/ela tem outros "casos".












Tentar entender o outro, do nosso ponto de vista, ainda nos deixará loucos. A mente humana é uma máquina complexa e imprevisível, onde o melhor que podemos fazer é aprender sobre ela e respeitá-la, num comum acordo de cooperação, participação e respeito entre os seres.

"Aquele que luta com monstros deveria olhar para si mesmo para não se tornar um monstro. E quando você olhar para um longo abismo o abismo também deve olhar para você." Friedrich Nietzsche

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Caros Amigos,

Segue uma nova fase em minha vida. Agora estarei falando mais sobre temas psicológicos, uma vez que resolvi me render a uma das áreas pela qual sempre tive uma grande afinidade, o de Psicologia.

É excitante pensar em aprender mais sobre Freud, Yung, Maslow, além de neuroanatomia, farmacologia e outros tantos assuntos que nos fazem "viajar".

Hoje vou começar falando sobre estímulo, recepção e resposta. Um resumo de neuroanatomia, psicofisiologia e psicologia geral.


Quando você recebe um estímulo, seja qual for, ele é levado por uma série de nervos ao seu Sistema Nervoso Periférico, e em seguida o Sistema Nervoso Central. Lá ele é processado pelos neurônios e seus dendritos, ao repassarem a informação, entram num processo denominado Sinapse, excitatória ou inibitória; cada uma num sentido diferente, através de impulsos químicos ou elétricos.

Em seguida é emitida a resposta, que passa pelo processo inverso até chegar no local que deve responder ao estimulo, seja de forma motora, fisiológica ou comportamental.


Isso tudo ocorre numa fração de segundo quase que imperceptível tamanha a sua velocidade. Os conceitos de estímulo e resposta não podem ser entendidos separadamente. Qualquer evento do meio torna-se um estímulo se for seguido por uma resposta. 

Estes termos são de fundamental importância para que possamos estudar a relação do meio com o comportamento de forma específica e mais precisa.

O mais interessante nisso tudo é que muitas vezes não assimilamos tais estímulos de forma adequada, o processo fica falho, e temos uma falsa percepção da realidade, chamada ilusão.

Acredito que a paixão seja uma dessas situações em que acabamos por ignorar alguns sinais e interpretar errado os outros.

Há um tempo uma comunidade de orkut me chamou a atenção: "Só sou legal, não estou te dando mole!". Na prática, quantas vezes já nos enganamos ou emitimos sinais errados em situações que envolvem emoção, sentimento, coração.


"Mesmo com tanta sincronia e perfeição do nosso encéfalo e seus fiéis neurônios, na prática somos ainda muito imaturos e inocentes em situações emotivas e sensoriais."

A subjetividade parece estar por aqui com o objetivo de subjulgar o ser humano, justo ele, tão pretensioso em relação ao seu controle, poder e suas capacidades infinitas.

A paixão é real, quem já se apaixonou sabe que a dor é real, o peito aperta, lagrimas caem, e o pior de tudo é nem ao menos poder consultar um médico e se operar. A psicologia é um tratamento indicado, mesmo assim é incrível o poder daquilo que não vemos, não controlamos, mas sentimos, sentimos muito mais que o próprio processo real do nosso corpo.

O sentimento é a nossa vitória e a nossa derrota, é a nossa alegria e a nossa tristeza, é o nosso céu e o nosso inferno, e cabe a nós, somente a nós, lidar da melhor forma pra conviver com esses paradigmas existenciais, pois para ação, a sempre uma reação proporcional e contrária, e nem sempre estamos dispostos a pagar o preço.

sábado, 26 de junho de 2010

Saber do que estás falando e falar corretamente é algo de suma importância, tanto socialmente, como pessoalmente, pois só assim você consegue se fazer ser entendido, evitanto contrangimentos desnecessários.



Para ilustrar a dica de hoje, utilizo de um interessantíssimo e-mail que recebi (dentre os vários lixos eletrônico que costuma acumular na minha caixa). Trata-se da forma correta de onde se originaram alguns ditos populares.

Com o passar do tempo aprendemos de forma errada, e graças á pobre cultura brasileira, repetimos sem nem ao menos saber o que estamos falando.

No popular se diz:
'Esse menino não pára quieto, parece que tem bichocarpinteiro'
Correto:
'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'
(Ilustrando que alguém com bichos dificilmente ficaria quieto!)



Dito Popular:
'Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'

Enquanto o correto é:
'Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'

(Batata é uma raíz, como vai esparramar no chão?)



Dito Popular:
'Cor de burro quando foge.'

O correto é:
'Corro de burro quando foge!'

(Afinal, burro não muda de cor quando foge!)



Dito Popular:
'Quem tem boca vai a Roma.'

O correto é:
'Quem tem boca vaia Roma.'

(Acredito que seja no sentido de se expressar contra a opressão!)



Dito Popular:
'Cuspido e escarrado'

O correto é:
'Esculpido em Carrara.'

(Referência ao mármore que era utilizado para reproduzir obras!)



Dito Popular:
'Quem não tem cão, caça com gato.'

O correto é:
'Quem não tem cão, caça como gato.'
(Ou seja, sozinho!)

Agradecimentos pessoais ao Prof. Pasquale e Joana D´Arc (fiel remetente).
 

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