sábado, 29 de maio de 2010

Sempre fui apaixonado por decoração, talvez esse seja o meu calcanhar de Aquiles: comprar objetos de decoração. Cheguei a pensar em montar um "Garage Sale" pra vender o tanto de coisa que acabei acumulando em anos e anos. Enfim, como designer, tive aulas de interiores e sempre me amarrei em programas como Extreme Makeover e Changing Rooms. Hoje pela manhã, num 5 minutos de doidera resolvi fazer um desafio pessoal. Redecorar todo um banheiro com apenas R$ 100,00.

Desafio: Redecorar um Banheiro
Verba: R$ 100,00
Tempo: 2 horas

Lista de Compras
1 espelho: 15,00
2 vasos xadrez: 28,00
1 sapinho: 16,00
1 lixeira: 10,00
2 tapetinhos: 5,00
1 copo: 2,50
1 taça: 2,50
1 cortina box: 10,00
1 cano box: 12,00
Total = R$ 101,00 (Recebi desconto de R$ 1,00, portanto mantive minha verba, kkkk)



O ANTES
Antes o banheiro estava caidinho, todo branco, tapetes branco, sem simetria e definições de ambiente. A pia também não tinha praticidade nem arrumação adequada.



O DEPOIS
Uma simples cortina com motivo de sapos e um verde bem característico e forte fez o trabalho de dividir a área do box no banheiro e dar uma cor ao banheiro. A lixeira preta também quebrou o branco, junto com um novo espelho de moldura simples que foi adquirido branco e sofreu um toque de spray preto para combinar com a nova decoração proposta. Os vasinhos xadrez altos foram bem curingas na hora de acomodar pentes de cabelo e a pasta de dentes. Um copinho em formato diferente acomodou as escovas de dentes.


Uma nova saboneteira líquida foi adquirida e por ser branca ficou bem camuflada. O vaso de com espada de são jorge estava abandonado num canto enquanto o vaso estava em outro, foram unido e deram um toque final junto com o sapinho adquirido pra casar bem com a cortina do box. Os tapetinhos de EVA com tecidos intercalados foram um achado bacana pra dar mais cor ao banheiro.


Bom, é um proposta bacana e rápida pra quem quer redecorar seu banheiro. Ai vai uma dica mas o que vale mesmo é seguir seu estilo. Se gostaram não esqueçam de postar. Abraços para todos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010


Foto: Arquivo Pessoal




DESIGNER DE RONDÔNIA

RECEBE TÍTULO DE NOBREZA
Fernando recebeu o título de Conde de Autoridade de principado europeu



Por Alessandro Padin - Mtb 25.764
Assessoria de Comunicação

O publicitário, marketólogo, designer e artista plástico, Fernando Alvez Von Noble, teve uma grata surpresa no último dia 9 de janeiro, sábado. Andorra, país europeu localizado num enclave nos Pireneus entre o nordeste da Espanha e o sudoeste da França, concedeu-lhe um título de nobreza após a comprovação do parentesco do paulistano com nobres europeus. Conde Von Noble, como agora é denominado, será agraciado com a titulação em evento particular que será marcado ainda para este ano.

Os títulos nobiliárquicos foram extintos no Brasil com a proclamação da República, mas Conde Von Noble já vem sentindo a responsabilidade. “Fui convidado para diversos eventos do estado, mas prefiro me manter mais recluso até a solenidade em Andorra. Com esse título vem muita responsabilidade, inclusive social. A nobreza hoje não possui mais caráter exclusivo, mas diferencial em relação ás suas ações. Para mim isso é a maior das homenagens que poderia receber.”, diz o conde com grande simplicidade, afirmando ter que dispor ainda mais de projetos e ações sociais.

Curiosamente, Fernando Alvez é partidário do regime monárquico, sendo, inclusive, coordenador de marketing e publicidade do Instituto Brasil Imperial, entidade de amplitude nacional que congrega os defensores da restauração de uma Monarquia Parlamentar no país. “O Brasil vive uma crise de instituições, no qual faz falta o papel do poder moderador, exercido por um imperador. A maior parte das nações mais desenvolvidas do mundo tem regimes monárquicos como Inglaterra e Japão”, ressaltou Conde Von Noble.

Fernando é paulistano e mora em Rondônia há 9 anos. Diz ser paulistano de nascimento e rondoniense de coração. Tem mais de 12 anos de experiência nas áreas de marketing, publicidade, propaganda, comunicação e designer e atualmente coordena o seu escritório, Noble Design e Projetos. Suas formações incluem as áreas de Design Estratégico, Marketing Político e Eleitoral, Comércio Exterior e Artes, dentre outros. Destaque em projetos industriais e ações sociais, além de constante atualização no Brasil e no Exterior.

quinta-feira, 4 de junho de 2009



Dom Antônio de Orleans e Bragança, pai de Pedro Luiz, que estava no voo 447, diz que a família busca consolo na oração depois que os destroços do avião foram encontrados.

Pai do príncipe Pedro Luiz de Orleans e Bragança, que estava no voo 447 da Air France, Dom Antônio de Orleans e Bragança disse a ÉPOCA que toda a família está unida e rezando, o que tem confortado a todos. O filho, de 26 anos, havia passado dez dias visitando pais, irmãos e tios no Brasil e voltava para Luxemburgo, onde trabalhava há dois anos.

ÉPOCA – Como está a família diante desta perda?
Dom Antônio de Orleans e Bragança – Conformados. Somos católicos de muita fé e respeitamos a vontade de Deus. Estamos rezando muito e isso tem nos ajudado muitíssimo. Muitas pessoas, em horas de sofrimento como esta, questionam erradamente a bondade de Deus. Penso que meu filho era bom demais, e talvez por isso Deus tenha o chamado para perto mais cedo. O problema é a saudade, que é muita.




ÉPOCA – Como o senhor soube do acidente?

Dom Antônio – Tenho o costume de ligar a televisão para ver notícias assim que me levanto. Na segunda de manhã não foi diferente. Já trocando de canal, vi uma informação pela metade sobre um problema com avião da Air France. Mas não sabia origem e nem destino. Num outro canal, fiquei sabendo que era Rio-Paris. Preocupei-me duplamente, já que, além de meu filho, que tinha partido no voo das 19h30, minha sobrinha Alice tinha ido no voo anterior, de 16h40. Quando soube que era o de Pedro Luiz, chamei a mãe dele. Pedi que ela se sentasse e contei que o avião estava desaparecido. Ela é uma pessoa extremamente calma, mas, como mãe, era impossível que não se desesperasse. Desde então estamos acompanhando tudo. No começo tínhamos esperança de que ele voltasse. Agora essa esperança se foi.

ÉPOCA – O senhor o levou ao aeroporto no domingo?
Dom Antônio – Eu, minha esposa e nossos outros três filhos. Havíamos passado o fim de semana em Petrópolis. No domingo de manhã jogamos golfe e, coisa rara, meus filhos quiseram ficar no meu time. Depois almoçamos e descemos a serra, indo direto levá-lo ao aeroporto. Conversamos sobre o trabalho dele, que há dois anos trabalhava em um banco francês, e também, coincidentemente, sobre fé e religião. Ele me disse que estava feliz e Deus era muito importante em sua vida.

ÉPOCA – Como era o temperamento de Pedro Luiz?
Dom Antônio – Como pai, sou suspeito para falar. Mas quem conviveu com ele também dizia que era um rapaz espetacular. O chefe direto dele me telefonou da Europa para dizer que havia perdido um filho. Os amigos estão inconsoláveis. Ele gostava muito de esportes. Além de golfe e tênis, também jogava futebol muito bem. Torcia pelo Fluminense, como toda nossa família.Também gostava muito de música. Da música moderna, como todo jovem, mas também da clássica, o que era uma fator de união muito grande entre nós. Ele viajava de carro pela Europa ouvindo música clássica e muitas vezes me telefonava e colocava o celular perto da caixa de som para que eu ouvisse o que ele estava ouvindo. Era muito bonito. Vou sentir muita falta disso.

Fonte: MARTHA MENDONÇA - Fonte: http://www.terra.com.br/istoe/

segunda-feira, 1 de junho de 2009


"Rio de Janeiro, 1 jun.- O príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, quarto na linha de sucessão da coroa brasileira, figura entre os 216 passageiros do Airbus da Air France que desapareceu ontem à noite quando voava entre Rio de Janeiro e Paris, informaram hoje seus parentes.

Pedro Luis de Orleans e Bragança, de 26 anos, é um dos descendentes diretos de Pedro II, que foi o segundo imperador do Brasil e que governou o país por quase 50 anos até ser deposto em 1889 com a implantação do regime republicano.

A maioria dos descendentes de Pedro II ainda vive no país apesar da origem portuguesa da família real e vários tiveram grande atividade política quando o Brasil realizou, em 1993, um referendo em que os eleitores foram convocados para definir se queriam permanecer no regime republicano ou restaurar a monarquia."

É com grande pesar que presto minhas singelas condolências à nossa família Real e Imperial, nesse momento de dor e tristeza.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Peças foram dadas durante anos a 'única pessoa que podia tocar cabeça' de Picasso.


Uma exposição em Madri traz quadros e objetos colecionados por um barbeiro, todos eles presenteados pelo seu cliente mais famoso: o gênio da pintura Pablo Picasso.

O espanhol Eugenio Arias foi a única pessoa que cortou o cabelo de Picasso durante 26 anos.

Uma das manias do gênio espanhol Pablo Picasso era evitar que lhe tocassem a cabeça. O pintor acreditava que ali estava o centro de seu poder criativo e qualquer interferência poderia ser prejudicial. Por isso manteve uma relação fiel com um único barbeiro.

Esta amizade rendeu a coleção de obras de arte inaugurada na segunda-feira, a mostra do barbeiro de Picasso.

O artista conheceu o barbeiro no exílio, na França, em 1948. Ficaram amigos a ponto de Picasso presentear Arias com quase cem peças.

Conhecido como "o barbeiro de Picasso", Arias guardou a coleção em casa e doou o patrimônio à Espanha depois que o país retomou a democracia.

O pequeno Museu Picasso - Coleção Eugenio Arias foi inaugurado em 1985, com 54 peças, no município madrilenho de Buitrago, onde o barbeiro nasceu.

Fechado em 2007 para uma reforma, ele foi reaberto na segunda-feira com 71 objetos, inclusive fotos e um inédito vídeo em que Picasso e Arias contam como se conheceram.

'Sem bajulação'

O curador da mostra, Antonio Olano, disse à BBC Brasil que a relação entre Picasso e Arias foi de amizade verdadeira porque o barbeiro era das poucas pessoas que não bajulavam o artista.

"Arias não tinha receio de desagradar Picasso e muitas vezes lhe disse que algumas de suas idéias eram porcaria!"

"Era provavelmente o único que não o bajulava e isso Picasso valorizava muito. Tinham conversas francas e cotidianas. Picasso se interessava pela situação dos espanhóis no exílio e de suas famílias que tinham permanecido na Espanha. Esse ambiente ele encontrava no salão de Arias".

Comunistas declarados, o artista e o barbeiro tinham pontos de vista em comum sobre direitos humanos em pleno período de ditadura militar na Espanha. Também eram apaixonados por mulheres e touradas.

A mostra está dividida nessas três áreas temáticas com as obras de Picasso dedicadas a Arias.

O artista chegou a criar objetos especialmente para a decoração do salão e até fez uma caixa de madeira para que o barbeiro guardasse seus instrumentos de trabalho.

Em um dos vídeos da exposição, Arias conta as manias e anedotas do pintor. Entre elas, uma queixa habitual de Picasso - em todos os lugares onde ele entrava, os outros clientes o deixavam passar antes.

"Ele ficava chateado. Fazia questão de chegar ao salão e insistir para ficar na fila. Dizia que o mundo não dava certo com as desigualdades e todo mundo merecia ser tratado igual. Para isso era comunista", contou o barbeiro, que morreu em abril do ano passado.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

"Green Party" (do inglês - Verde em festa) é uma composição em tinta acrílica, numa releitura de natureza morta, mesclando referências cubistas e impressionismo.

Impressionismo foi um movimento artístico que surgiu na pintura européia do século XIX. O nome do movimento é derivado da obra Impressão, nascer do sol (1872), de Claude Monet.
Os autores impressionistas não mais se preocupavam com os preceitos do Realismo ou da academia. A busca pelos elementos fundamentais de cada arte levou os pintores impressionistas a pesquisar a produção pictórica não mais interessados em temáticas nobres ou no retrato fiel da realidade, mas em ver o quadro como obra em si mesma. A luz e o movimento utilizando pinceladas soltas tornam-se o principal elemento da pintura, sendo que geralmente as telas eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar melhor as nuances da natureza.

O Cubismo é um movimento artístico que ocorreu entre 1907 e 1914, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Braque.
O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.
 

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